quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Carta Argumentativa.



   
                                  Penápolis, 10 de Setembro de 2013
                                  A  Itautec S.A



        Desejo comunicar minha insatisfação com os serviços de atendimento ao cliente e garantia.
        Meu computador da marca Itautec, comprado na loja Pernambucanas.
        O aparelho apresenta problemas no som, e problemas ao se conectar com a Internet.
        Liguei várias vezes no 0800, mas não fui atendida.
        Intriga-me o fato de ter ligado varias vezes e não ter sido atendida.
        Gostaria que vocês solucionasse o meu problema, queria que a empresa me desse uma posição, e tratassem este caso com muita atenção para que mante vessemos uma relação fornecedor e cliente boa e duradoura.
        Aguardo Seu Contato,



                  Larissa Cristina dos Santos



            e-mail: larissa_plis1999@hotmail.com



   

Receita de " Como se sair bem em um teste para bolça de Estudos".




           Ingredientes:

  • 1- Livro
  • 1- Caderno
  • 1- Lápis 
  • 1- Caneta

           Modo de Preparo:

      Pegue o Livro e faça uma leitura sobre o assunto que cairá na prova. Pegue o Lápis e o caderno e faça um resumo do que você Leu, e com a caneta marque o que achou mais importante.



Larissa Cristina dos Santos.








A Nova Lei Trabalhista para os Empregados Domésticos.



      A nova Lei dos Empregados Domésticos, entrou em vigor no dia 04/04/2013, a partir desta data os empregados terão os seguintes direitos: aos Sábados trabalharam somente meio período, aos Domingos  não iram trabalhar, terão direito a uma hora e vinte minutos de almoço e o salário minimo será de  R$678,00. Más será que todos os patrões cumprir essa nova Lei?
      Muitos patrões não terão essas condições de pagar aos empregados tudo o que a lei oferece,com isso muitos empregados vão ficar sem seu emprego.
      A nova lei também deixou falhas pois quando uma pessoa tem anos em um serviço como fica a lei?. Ela vai valer a partir de quando a pessoa começou a trabalhar ou a partir do dia 04/04 quando a lei entrou em vigor. Outra falha também foi: Quando uma pessoa tem todos os serviços da casa como: lavar, passar, cozinhar e ser babá, o salário é o mesmo?
      A lei deixou falhas e para ela passar a valer de forma coerente, as falhas terão de ser reparadas, e o principal os patrões devem pagar todos os seus direitos que a lei exige e oferece aos Empregados.



Larissa Cristina dos Santos.

Relatório do tema do livro " Olhai os Lírios do Campo".



Relatório:


      O nome “Olhai os Lírios do Campo”, vem de uma passagem Bíblica,onde Jesus  passa no Sermão da Montanha, ocasião em que Jesus nos deixou seus mais belos e profundos ensinamentos. Nesta passagem, Jesus se refere à preocupação que nós temos com o dia de amanhã. Alimentamos pensamentos de angústia e desconfiança em relação ao nosso futuro,ou seja, estamos sempre preocupados com o que pode acontecer, com o que pode fugir do nosso controle. A própria palavra já se explica por si só: pré-ocupação.       Uma ocupação prévia, antes do tempo. É isso que Jesus se refere “Os lírios do campo não se preocupam, não vivem antecipadamente o dia de amanhã”.



Larissa Cristina dos Santos.

Resenha Critica do livro "Olhai os Lírios do Campo".

   Introdução:
           Este é um conto que retrata um tema oculto da alma de todos nós. Érico Veríssimo cria um cenário que se passa em terceira pessoa, este conto é dividido em duas partes. Na primeira parte, merecem destaque a imagem inicial que o personagem faz de si mesmo, e os valores que o fazem existir, e a segunda apresenta uma relevante mistura do presente com os fatos do passado.
     Positivo:
           Estabelecemos que, embora o Eugênio fosse um menino tímido e medroso, que passou por uma infância pobre, onde era ridicularizado na escola e só desejava a ascensão social, por mais difícil que parecesse, ele faria de tudo pra vencer na vida. Sonhava em deixar de ser um “simples Eugênio” e se tornar o Dr. Eugênio Fontes.
Negativo:
           Um ser humano de estômago fraco e que tem horror ao sangue jamais se dedicaria à cirurgia , com o tempo acabaria por habituar-se a cortar a carne dos pacientes sem que isso lhe provocasse arrepios, náuseas ou medo.
Observações:
           Devemos destacar que a dedicação e a nobreza de Olívia parecem ser nem um pouco generosas,não convencem. Eugênio revela ter uma falsa covardia. A cena em que o vemos a fazer a sua primeira operação, do ponto de vista pessoal, parece estar bem feita; Quando na verdade, estava um absurdo de cirurgia.


Larissa Cristina dos Santos.


Resumo do Livro " Olhai os Lírios do Campo".

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

                                                             Pausa 
  
Às sete horas o despertador tocou. Samuel saltou da cama, correu para o banheiro. Fez a barba e lavou-se. Vestiu-se rapidamente e sem ruído. Estava na cozinha, preparando sanduíches, quando a mulher apareceu, bocejando:

  —Vais sair de novo, Samuel . Fez que sim com a cabeça. Embora jovem, tinha a fronte calva; mas as sobrancelhas eram espessas, a barba, embora recém-feita, deixava ainda no rosto uma sombra azulada. O conjunto era uma máscara escura.
 —Todos os domingos tu sais cedo – observou a mulher com azedume na voz.
 —Temos muito trabalho no escritório – disse o marido, secamente.
  Ela olhou os sanduíches:
  —Por que não vens almoçar?
  —Já te disse: muito trabalho. Não há tempo. Levo um lanche.
  A mulher coçava a axila esquerda. Antes que voltasse a carga, Samuel pegou o chapéu:
  —Volto de noite.
 As ruas ainda estavam úmidas de cerração. Samuel tirou o carro da garagem. Guiava vagarosamente, ao longo do cais, olhando os guindastes, as barcaças atracadas. Estacionou o carro numa travessa quieta. Com o pacote de sanduíches debaixo do braço, caminhou apressadamente duas quadras. Deteve-se ao chegar a um hotel pequeno e sujo. Olhou para os lados e entrou furtivamente. Bateu com as chaves do carro no balcão, acordando um homenzinho que dormia sentado numa poltrona rasgada. Era o gerente. Esfregando os olhos, pôs-se de pé:
    —Ah! Seu Isidoro! Chegou mais cedo hoje. Friozinho bom este, não é? A gente...
    —Estou com pressa, seu Raul – atalhou Samuel.
    — Está bem, não vou atrapalhar. O de sempre - Estendeu a chave.
  Samuel subiu quatro lanços de uma escada vacilante. Ao chegar ao último andar, duas mulheres gordas, de chambre floreado, olharam-no com curiosidade:
     —Aqui, meu bem! – uma gritou, e riu: um cacarejo curto.
   Ofegante, Samuel entrou no quarto e fechou a porta a chave. Era um aposento pequeno: uma cama de casal, um guarda-roupa de pinho: a um canto, uma bacia cheia d’água, sobre um tripé. Samuel correu as cortinas esfarrapadas, tirou do bolso um despertador de viagem, deu corda e colocou-o na mesinha de cabeceira.    Puxou a colcha e examinou os lençóis com o cenho franzido; com um suspiro, tirou o casaco e os sapatos, afrouxou a gravata. Sentado na cama, comeu vorazmente quatro sanduíches. Limpou os dedos no papel de embrulho, deitou-se fechou os olhos.    Dormir.   Em pouco, dormia. Lá embaixo, a cidade começava a move-se: os automóveis buzinando, os jornaleiros gritando, os sons longínquos.    Um raio de sol filtrou-se pela cortina, estampou um círculo luminoso no chão carcomido.     Samuel dormia; sonhava. Nu, corria por uma planície imensa, perseguido por um índio montado o cavalo. No quarto abafado ressoava o galope. No planalto da testa, nas colinas do ventre, no vale entre as pernas, corriam. Samuel mexia-se e resmungava. Às duas e meia da tarde sentiu uma dor lancinante nas costas. Sentou-se na cama, os olhos esbugalhados: o índio acabava de trespassá-lo com a lança. Esvaindo-se em sangue, molhando de suor, Samuel tombou lentamente; ouviu o apito soturno de um vapor. Depois, silêncio.
   Às sete horas o despertador tocou. Samuel saltou da cama, correu para a bacia, levou-se. Vestiu-se rapidamente e saiu.
Sentado numa poltrona, o gerente lia uma revista.
    — Já vai, seu Isidoro?
    —Já – disse Samuel, entregando a chave. Pagou, conferiu o troco em silêncio.
    —Até domingo que vem, seu Isidoro – disse o gerente.
     —Não sei se virei – respondeu Samuel, olhando pela porta; a noite caia.
     —O senhor diz isto, mas volta sempre – observou o homem, rindo.
    Samuel saiu.   Ao longo dos cais, guiava lentamente. Parou um instante, ficou olhando os guindastes recortados contra o céu avermelhado. Depois, seguiu. Para casa



              Monique dos santos      
                                                                                           @monik_sz                                             
                                         Os incriveis anos 60

  Parece incrivel , mas os anos 60 exercem um fascínio até sobre as gerações de hoje . Não é raro assistirmos a um show de musica em que artistas usam modelitos hippis e ''ressucitam'' canções ou sons daquela época . Ou , ao folhearmos uma revista de moda tual , encontrarmos vestidos tubinhos , calças de boca larga , túnicas indianas , maios de crochê , mochilas e sapatos inspirados nas cores valorizadas pelas têndencias da moda daqueles anos .
  Isso tudo talvez se explique pelo fato de os anos 60 serem identificados como a década da rebeldia , da revolução sexual , de costumes e , principalmente , da participação dos jovens na política e em todas as mudanças .

                                         A Sociedade em desarmonia
 

A cada dia que passa  , a violência social almenta . A sociedade não consegue viver em harmonia.
  O que acontece com as pessoas é que elas não conseguem chegar ao resultado comum . A agresão , tanto física , como moral é mais uma rotina de nossos dias . As constantes guerras , são imagens de total falta de consientização com a vida do proximo.
  A desarmonia entre os povos acaretara consequências trajicas sem qualquer beneficio . As pessoas são egoistas so pensão em si mesmas , não se preocupão com seu semelhante . No mundo de hoje ha poucas pessoas que lutam por dias melhores .
  Sendo assim a tendencia é o almento da viôlencia , com outras acada momento . Vivem assim em plena desarmonia .

Monte Castelo 

Legião Urbana


Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos,
Sem amor eu nada seria.
É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade.
O amor é bom, não quer o mal,
Não sente inveja ou se envaidece.
O amor é o fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria.
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É um não contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder.
É um estar-se preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É um ter com quem nos mata a lealdade.
Tão contrário a si é o mesmo amor.
Estou acordado e todos dormem.
Todos dormem. Todos dormem.
Agora vejo em parte,
Mas então veremos face a face.
É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade.
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos,
Sem amor eu nada seria.